Novo medicamento contra lúpus após 50 anos sem grandes avanços


Saúde & Lazer

 21-Out-2009 

http://www.saudelazer.com/index.php?option=com_content&task=view&id=8888&Itemid=49

 

Human Genome Sciences e GlaxoSmithKline anunciam resultados de estudo com novo medicamento para lúpus no congresso anual do Colégio Americano de Reumatologia. BENLYSTA (belimumab) reduziu significativamente a atividade da doença, as taxas de manifestação dos sintomas e de fadiga; adiou a primeira manifestação da doença; reduziu o uso de corticosteróide e melhoraram a qualidade de vida no estudo BLISS-52 .

A Human Genome Sciences, Inc. (Nasdaq: HGSI) e a GlaxoSmithKline PLC (GSK) anunciaram hoje a apresentação completa dos resultados do estudo BLISS-52, o primeiro de dois estudos clínicos de fase 3 com  BENLYSTA™ (belimumab) em pacientes com lúpus eritematoso sistêmico (LES). Os dados serão apresentados hoje no congresso anual do Colégio Americano de Reumatologia, na Filadélfia, com a participação do pesquisador brasileiro Roger Levy, professor adjunto da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e um dos líderes do estudo com a nova droga.

Belimumab é um medicamento em fase de pesquisa e o primeiro de uma nova classe de medicamentos chamados inibidores específicos de Blys. No lúpus e em certas doenças auto-imunes, acredita-se que os níveis elevados da proteína BLyS contribuem para a produção de auto-anticorpo – anticorpos que atacam e destroem o tecido saudável do próprio corpo.

Nenhum novo fármaco para lúpus foi aprovado pelas autoridades regulatórias em mais de 50 anos.

Este é o maior programa de ensaio clínico já conduzido em pacientes com lúpus. BLISS-52 envolveu 865 pacientes em 90 locais de atendimento clínico em 13 países, incluindo o Brasil.

Os dados demonstram que o belimumab somado ao tratamento padrão alcançou melhora clínica estatisticamente significativa das taxas de resposta de pacientes na Semana 52, quando comparada à administração de placebo junto com o tratamento padrão. Os resultados do estudo mostram também que belimumab foi bem tolerado, com taxas de eventos adversos equivalentes entre os grupos de tratamento.

“Os resultados de Fase 3 apresentados no ACR demonstram que a eficácia do tratamento com BENLYSTA junto com o tratamento padrão foi superior à do placebo mais o tratamento padrão,” disse David C. Stump, MD, Vice-Presidente Executivo de Pesquisa e Desenvolvimento da HGS. “Estes dados foram estatisticamente significativos e apoiados por múltiplas mensurações do efeito clínico em diversos momentos. Uma maior percentagem de pacientes que receberam BENLYSTA foi capaz de reduzir seu uso de corticosteróides.”

Carlo Russo, M.D., Vice-Presidente Sênior de Desenvolvimento de Biofármacos da GSK, disse: “Estamos muito satisfeitos com a consistência dos benefícios demonstrados pelo belimumab no ensaio clínico BLISS-52, e esperamos confirmar esses resultados no segundo ensaio Fase 3 que será apresentado em breve. Esperamos sinceramente que seremos capazes de oferecer uma nova opção para o tratamento desta doença debilitante.”

Belimumab vem sendo desenvolvido pela HGS (Human Genome Sciences) e pela GSK (GlaxoSmithKline) no âmbito de um acordo de co-desenvolvimento e comercialização celebrado em agosto de 2006. Os resultados do BLISS-76, o segundo ensaio clínico Fase 3 do belimumab, serão anunciados no dia 2 de novembro de 2009. Assumindo que os resultados do BLISS-76 são positivos, a HGS e a GSK pretendem apresentar pedidos de comercialização de Benlysta nos Estados Unidos, Europa e outras regiões no primeiro semestre de 2010.

Principais Achados do Ensaio Clínico Fase 3 BLISS-52 Apresentados no ACR

A Professora Sandra V. Navarra, MD, investigadora principal e chefe de Reumatologia da Universidade de Santo Tomás, Manila, Filipinas, apresentaram os resultados de eficácia e segurança do ensaio Fase 3 BLISS-52. “Estes dados sugerem que belimumab pode vir a desempenhar um papel importante no futuro tratamento dos pacientes com lúpus eritematoso sistêmico (LES)”, disse a Dra. Navarra.

“Os pacientes com LES podem experimentar vários sintomas debilitantes, alguns dos quais podem envolver os principais órgãos e se manifestarem de modo imprevisíveis várias vezes durante o ano. Para pacientes com sintomas graves, o LES pode ser fatal. Estamos muito animados com os dados do BLISS-52 e ansiosos pelos resultados do ensaio BLISS-76, que esperamos que confirmasse o potencial terapêutico do belimumab.”

Entre os 865 pacientes distribuídos aleatoriamente e tratados, belimumab satisfez o endpoint primário de eficácia, alcançando uma taxa de resposta do paciente na Semana 52 superior à do placebo.

Uma melhora clínica e estatisticamente significativa foi evidenciada pela taxa de resposta do paciente ao belimumab acompanhado de tratamento padrão em comparação com o placebo acompanhado de tratamento padrão: 57,6% para 10 mg/kg de belimumab, 51,4% para 1mg/kg de belimumab e 43,6% para o placebo.

A taxa de resposta do paciente no BLISS-52 baseou-se no Responder Index-LES (SRI), que define a resposta do paciente como uma melhora com aumento de 4 pontos ou mais do escore SELENA SLEDAI, sem piora significativa do índice BILAG ou do estado clínico do paciente na Avaliação Médica Global (PGA).

Houve mais respondentes no grupo de 10mg/kg de belimumab comparando-se ao grupo placebo entre as Semanas 4 e 8 do ensaio, e esta diferença foi estatisticamente significativa na Semana 16 (p<0,05 para 10mg/kg de belimumab versus placebo). Ao longo das 52 semanas, a melhora foi estatisticamente significativa e sustentada para 10mg/kg e 1mg/kg de belimumab a partir da Semana 24 e da Semana 28, respectivamente (p<0,05 para ambos os grupos tratados com belimumab).

A melhora na resposta do paciente em geral foi consistente entre os subgrupos.

Foi observada uma tendência de melhor taxa de resposta do paciente no subgrupo com dose de 10mg/kg.

Os resultados para cada componente individual do SRI apóiam solidamente a melhora global evidenciada no endpoint primário.

Os principais achados do BLISS-52 também incluem os seguintes:

MANIFESTAÇÕES DA DOENÇA

Belimumab adiou significativamente o tempo da primeira crise de LES em comparação com o placebo (Índice de Manifestação da Doença-LES/SFI): mediana = 119 dias para 10mg/kg de belimumab e 84 dias para o placebo (p=0,0036 e p=0,0026 para 10kg/kg e 1mg/kg de belimumab, respectivamente versus placebo).

O risco de ter manifestações graves (SFI) foi reduzido nas 52 semanas em 43% no grupo tratado com 10mg/kg e em 24% no grupo tratado com 1mg/kg de belimumab comparando-se com o placebo (p=0,0055 e p=0,1342 para 10 mg/kg e 1 mg/kg de belimumab, respectivamente).

O risco de ter índice de comprometimento de órgãos BILAG A (manifestações graves) ou índice maior que BILAG B foi reduzido em 42% no grupo tratado com 10mg/kg de belimumab e em 13% no grupo tratado com 1mg/kg de belimumab comparando-se com o placebo (p=0,0016 e p=0,3722 para 10 mg/kg e 1 mg/kg de belimumab, respectivamente).

ATIVIDADE DA DOENÇA

Uma porcentagem significativamente maior de pacientes recebendo belimumab conseguiu uma redução na pontuação SELENA SLEDAI de pelo menos 4 pontos na Semana 52 (p = 0,0024 e p = 0,019 para 10 mg/kg e 1 mg/kg de belimumab, respectivamente, versus placebo), com melhora observada para 10 mg/kg de belimumab dentro de 4-8 semanas, atingindo significância estatística na Semana 16 e nas Semanas 24-52 (p <0,05 versus placebo).

Uma melhora significativamente maior na Avaliação Médica Global (PGA) na Semana 52 foi observada nos grupos de tratamento com belimumab, com uma variação percentual média do valor basal de 45,7% para 10 mg/kg de belimumab, 39,3% para 1 mg/kg de belimumab e 27,8% para o placebo (p <0,0001 e p = 0,004 para 10 mg/kg e 1 mg/kg de belimumab, respectivamente, versus placebo). A melhora da PGA foi observada dentro de 4-8 semanas e foi sustentada por 52 semanas (p <0,05 para ambos os grupos de tratamento com belimumab).

USO DE ESTERÓIDES

Em pacientes que estavam recebendo dose > 7,5 mg por dia de prednisona na linha de base do estudo, uma porcentagem significativamente maior de pacientes do grupo de tratamento com 1 mg/kg de belimumab contra o grupo do placebo tiveram sua dose diária média de prednisona reduzida em pelo menos 25% da dose da linha de base para até 7,5 mg por dia ou menos durante os últimos 12 semanas do ensaio (p = 0,025). Uma porcentagem ainda maior de pacientes do grupo de tratamento com 10 mg/kg de belimumab contra o grupo placebo também teve sua dose de prednisona média reduzida em pelo menos 25% da dose da linha de base para até 7,5 mg por dia ou menos durante os últimos 12 semanas de estudo, mas a diferença não alcançou um nível de significância estatística (p = 0,053).

Em pacientes que estavam recebendo ≤7.5 mg de prednisona por dia na linha de base, um número significativamente menor do grupo de tratamento 10 mg/kg de belimumab versus o grupo placebo aumentou o uso de prednisona para dose > 7,5 mg por dia durante os últimos 20 semanas de estudo (p <0,05). Menos aumentos no uso de prednisona também foram observados no grupo de tratamento com 1 mg/kg de belimumab contra o grupo de placebo durante os últimos 20 semanas de estudo, mas a diferença não atingiu um nível de significância estatística.

FADIGA E QUALIDADE DE VIDA

Melhores índices de fadiga foram observados no grupo de tratamento com 10 mg/kg de belimumab contra o grupo placebo dentro de 4-8 semanas, e ambos os grupos de tratamento com belimumab conseguiram uma melhora da fadiga estatisticamente significativa na Semana 52 (Escala de Fadiga – FACIT; p <0,05 para ambos os grupos, grupo de tratamento com belimumab versus o grupo placebo).

Melhora na qualidade de vida relacionada à saúde (QVRS) medida pela pontuação do questionário SF-36 do Sumário do Componente Físico (SCF) na Semana 24, um importante endpoint secundário pré-especificado, não foi significativamente diferente entre os grupos de tratamento. Melhora da QVRS medida pela pontuação do SF-36 SCF na Semana 52 foi significativamente maior em ambos os grupos de tratamento com belimumab em comparação ao grupo placebo (p = 0,025 para 10 mg/kg p = 0,027 para 1 mg/kg de belimumab, respectivamente).

SEGURANÇA

Belimumab foi geralmente bem tolerado no ensaio BLISS-52, com taxas globais de eventos adversos, eventos adversos graves, infecções e fatalidades equivalentes entre os grupos de tratamento com belimumab e com placebo. Foram relatadas infecções graves em 5,9% dos pacientes em tratamento com placebo e 6,1% em pacientes tratados com belimumab. Os eventos adversos mais comuns foram cefaléia, artralgias, infecções do trato respiratório superior, infecções do trato urinário e influenza, e também foram comparáveis entre os grupos de tratamento com belimumab e com placebo. Não houve relato de neoplasias.

Para ver a apresentação do ensaio clínico BLISS-52 Fases 3 para BENLYSTA na ACR (Navarra S et al), clique aqui (http://www.hgsi.com/images/acr2009/benlysta%20-%20bliss-52%20-%20acr%202009%20navarra.pdf)

         . Para ver a apresentação do ensaio clínico de Fase 2 para acompanhamento de longo prazo do uso de BENLYSTA por quatro anos (Petri MA et al), clique aqui (http://www.hgsi.com/images/acr2009/benlysta%20-%20acr%202009%20petrie.pdf).

Sobre o BENLYSTA (belimumab)

Belimumab é uma droga experimental de anticorpo monoclonal humano que reconhece e inibe especificamente a atividade biológica do fator de estimulação de linfócitos B, ou Blys ®. Blys é uma proteína natural descoberta por HGS que é requerida para transformar linfócitos B em células plasmáticas B maduras. As células plasmáticas B produzem anticorpos, a primeira linha de defesa do corpo contra infecções.

No lúpus e em certas doenças auto-imunes, acredita-se que os níveis elevados de Blys contribuem para a produção de auto-anticorpo – anticorpos que atacam e destroem o tecido saudável do próprio corpo. Estudos pré-clínicos e clínicos sugerem que belimumab pode reduzir os níveis de auto-anticorpo no LES. Os resultados do ensaio BLISS 52 sugerem que belimumab pode reduzir a atividade da doença. Os resultados de um segundo ensaio de Fase 3, o BLISS-76, devem ser apresentados em 2 de novembro de 2009.

Sobre o Lúpus Eritematoso Sistêmico

Lúpus eritematoso sistêmico (LES) é uma doença crônica auto-imune, que pode ser fatal. Cerca de cinco milhões de pessoas em todo o mundo, incluindo cerca de 1,5 milhões nos Estados Unidos, sofre de diversas formas de lúpus, inclusive o LES. O lúpus pode ocorrer em qualquer idade, mas aparece principalmente em jovens de 15 a 45 anos. Cerca de 90 por cento daqueles diagnosticados com lúpus são mulheres. Mulheres afras americanas têm probabilidade cerca de três vezes maior de desenvolver lúpus, e também é mais comum em mulheres hispânicas, asiáticas e mulheres americanas indígenas. Os sintomas podem incluir fadiga extrema, dor e edema nas articulações, febre de origem obscura, lesões cutâneas e problemas renais.

O lúpus pode causar artrite, insuficiência renal, inflamação pulmonar e cardíaca, anomalias do sistema nervoso central, inflamação dos vasos sanguíneos e distúrbios hematológicos. Para informações adicionais sobre lúpus, visite a Lúpus Foundation of America em http://www.lupus.org/ , o Lúpus Research Institute em http://www.lupusresearchinstitute.org/ , o National Institute of Arthritis and Musculoskeletal and Skin Diseases em www.niams.nih.gov , ou Lúpus Europe em http://www.elef.rheumanet.org/ .

Sobre a Fase 3 do Programa de Desenvolvimento de BENLYSTA (belimumab)

A Fase 3 do programa de desenvolvimento de belimumab inclui dois ensaios clínicos multicêntricos, duplo cegos, controlados por placebo de Fase 3 – BLISS-52 e BLISS-76 – para avaliar a eficácia e a segurança do belimumab ministrado juntamente com o tratamento padrão em comparação com placebo ministrado juntamente com tratamento padrão em pacientes soropositivos para LES.

Este é o maior programa de ensaio clínico já conduzido em pacientes com lúpus. BLISS-52 distribuiu aleatoriamente e tratou 865 pacientes em 90 locais de atendimento clínico em 13 países, principalmente na Ásia, América do Sul e Europa Oriental. O ensaio BLISS-76 teve 826 pacientes inscritos e distribuídos aleatoriamente atendidos em 133 locais de atendimento clínico em 19 países, principalmente na América do Norte e Europa.

A concepção dos dois ensaios é semelhante, mas a duração da terapia nos dois estudos é diferente – 52 semanas para o BLISS-52 e 76 semanas para BLISS-76. Os dados do BLISS-76 serão analisados após 52 semanas para apoiar uma potencial solicitação de Licença Biológica nos Estados Unidos e pedidos de Autorização de Comercialização na Europa e outras regiões. HGS projetou a Fase 3 do programa para belimumab em colaboração com a GSK e principais especialistas internacionais em LES, e o programa está sendo conduzido no âmbito de um acordo de Protocolo de Avaliação Especial com a FDA.

O endpoint primário de eficácia do BLISS-52 e do BLISS-76 é a taxa de resposta do paciente na Semana 52 com base no Responder Index LES, que é definido por:

(1) 1) uma redução em relação à linha de base de pelo menos quatro pontos na escala de atividade de doença SELENA SLEDAI (que indica uma redução clinicamente importante da atividade da doença em casos de LES);

(2) nenhum agravamento da doença, medido pela Avaliação Médica Global (agravamento definido como um aumento de 0,30 pontos ou mais com relação à linha de base);

(3) nenhum novo BILAG A de comprometimento de órgãos (que indica uma grave exacerbação da atividade da doença em casos de lúpus) e não mais do que um novo BILAG B de comprometimento de órgãos (o que indica uma manifestação moderada da atividade da doença). A análise do endpoint primário baseia-se na intenção de tratamento (ITT) ajustada pelos fatores de estratificação da linha de base, inclusive os escores SELENA SLEDAI, proteinúria e raça.

Em cada um dos dois ensaios de Fase 3, os doentes foram aleatoriamente distribuídos entre os três grupos de tratamento: 10 mg/kg de belimumab (BLISS-52, n = 290), 1 mg/kg belimumab (BLISS-52, n = 288), ou placebo (BLISS-52, n = 287). Os pacientes recebem as doses por via intravenosa, nos dias 0, 14 e 28, e a partir daí, a cada 28 dias no restante tempo do ensaio. Além da medicação do estudo, todos os pacientes recebem a assistência terapêutica padrão. A segurança é avaliada por uma comissão independente, o Comitê de Monitoramento de Dados, durante todo o período de ambos os ensaios.

Sobre a Colaboração com a GSK

Em agosto de 2006, a HGS e a GSK estabeleceram o acordo final para o co-desenvolvimento e comercialização conjunta em que a HGS tem a responsabilidade de conduzir os ensaios de Fase 3 para belimumab, com o apoio da GSK. As empresas vão dividir igualmente os custos de desenvolvimento na Fase 3/4 , as despesas com vendas e marketing, e os lucros de qualquer produto comercializado no âmbito do atual acordo.

Sobre a GlaxoSmithKline

A GSK Biopharm R&D emprega novas abordagens para aproveitar o potencial terapêutico de biofármacos para beneficiar os pacientes com doença auto-imune grave. Essa pesquisa inovadora é um caminho que a GSK – uma das empresas líderes mundiais em assistência médica e farmacêutica baseadas em pesquisa – pode propiciar no âmbito de seu compromisso de melhorar a qualidade da vida humana permitindo que as pessoas façam mais, se sintam melhor e vivam mais tempo. Para obter mais informações, visite GlaxoSmithKline em www.gsk.com

Sobre a Human Genome Sciences

A missão da HGS é aplicar a ciência e a medicina para gerar medicamentos inovadores para pacientes com necessidades médicas não satisfeitas. O pipeline de desenvolvimento clínico da HGS inclui novos medicamentos para tratar hepatite C, lúpus, antraz pulmonar e câncer.

O foco principal da empresa é avançar rapidamente para a comercialização de seus dois medicamentos líderes, o BENLYSTA ™ (belimumab) para o lúpus e o ZALBIN™ (albinterferon alfa-2b, anteriormente Albuferon ®) para hepatite C. BENLYSTA alcançou com sucesso o endpoint primário no primeiro de dois ensaios de Fase 3 para lúpus eritematoso sistêmico, e os resultados do segundo ensaio de Fase 3 para o BENLYSTA devem ser anunciados em Novembro de 2009. A Fase 3 de desenvolvimento do ZALBIN já foi concluída, e a apresentação dos pedidos de comercialização mundial deve ocorrer no final do outono de 2009.

Em maio de 2009, a HGS submeteu uma solicitação de Licença Biológica ao FDA para o raxibacumab para o tratamento de antraz. Além disso, a HGS tem direitos financeiros substanciais em determinados produtos do pipeline clínico da GSK, incluindo darapladib, atualmente em desenvolvimento de Fase 3 em pacientes com doença cardíaca coronária, e Syncria ® (albiglutide), atualmente em desenvolvimento de Fase 3 em pacientes com diabetes tipo 2.

Para mais informações sobre HGS, visite o site da empresa em http://www.hgsi.com. Os profissionais de saúde e pacientes interessados em ensaios clínicos de produtos HGS podem solicitar informações pelo e-mail medinfo@hgsi.com

Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email ou pelo telefone da HGS: (877) 822-8472.

Declarações Prospectivas da HGS

Este comunicado contém declarações prospectivas conforme definição da Seção 27A do Securities Act de 1933 e emendas, e da Seção 21E do Securities Exchange Act de 1934 e emendas. As declarações prospectivas são baseadas em intenções, crenças e expectativas atuais da Human Genome Sciences. Estas declarações não são garantia de desempenho futuro e estão sujeitas a certos riscos e incertezas que são difíceis de prever.

Os resultados reais podem diferir substancialmente destas declarações prospectivas devido a não comprovação do modelo de negócio da Human Genome Sciences, a sua dependência das novas tecnologias, à incerteza e aos prazos dos ensaios clínicos, à capacidade da Human Genome Sciences de desenvolver e comercializar produtos, a sua dependência de colaboradores para os serviços e as receitas, as suas consideráveis obrigações financeiras e de arrendamento, as suas necessidades de mudança e os custos associados às

Instalações, a competição intensa, a incerteza da proteção de patentes e da propriedade intelectual, a dependência da Human Genoma Sciences do gerenciamento e de fornecedores chave, a incerteza da regulação de produtos, o impacto das alianças futuras ou de transações e outros riscos descritos nos registros da empresa junto à SEC. Investidores existentes e potenciais são advertidos a não depositar confiança indevida nessas declarações prospectivas, que falam somente pela data de hoje. Human Genome Sciences não assume nenhuma obrigação de atualizar ou revisar as informações contidas neste anúncio, nem mesmo em função de novas informações, futuros eventos ou circunstâncias ou de outra forma.

Declarações Prospectivas da GlaxoSmithKline

Nos termos das disposições de “porto seguro” do Private Securities Litigation Reform Act de 1995 dos Estados Unidos, a GSK adverte os investidores que quaisquer declarações prospectivas ou projeções feitas pela GSK, incluindo aquelas apresentadas neste anúncio, estão sujeitas a riscos e incertezas que podem causar resultados reais substancialmente diferentes daqueles projetados. Fatores que podem afetar as operações da GSK estão descritos em ‘Fatores de Risco’ na ‘Business Review’ no Relatório Anual da GSK no Formulário 20-F de 2008.

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